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Baiocchi Advogados

Área de atuação

Direito Empresarial

Assessoria contínua a empresas: estruturação de negócios, holdings, fusões e aquisições com due diligence, marcas, franquias, recuperação judicial e disputas empresariais.

Conteúdo informativo, nos termos do Provimento 205/2021 da OAB. Não substitui a análise do caso concreto.
Visão geral

Uma empresa passa por fases — nasce, cresce, se reorganiza, muda de mãos, às vezes precisa se recuperar. Em cada uma delas há decisões jurídicas que definem o que vem depois. O escritório acompanha empresários e gestores ao longo desse ciclo, com assessoria contínua que conhece o negócio por dentro e com atuação pontual nas operações de maior peso, sempre com a preocupação de dar previsibilidade a quem decide.

Como atuamos

  • Assessoria jurídica contínua para empresas, com acompanhamento das decisões do dia a dia da gestão.
  • Estruturação de novos negócios: escolha do tipo societário, contratos de fundação e acordos entre sócios.
  • Fusões, aquisições e entrada de investidores, com auditoria jurídica prévia (due diligence).
  • Holdings e planejamento patrimonial e sucessório da família empresária.
  • Marcas e propriedade intelectual: registro, licenciamento e defesa contra uso indevido.
  • Franquias e distribuição: circular de oferta, contratos e encerramento de relações comerciais.
  • Recuperação judicial, extrajudicial e falência, na posição de devedor ou de credor.
  • Disputas empresariais entre sócios, com parceiros comerciais e concorrentes, em juízo ou em arbitragem.

Quem atua nesta área

Elisa Abdallah
Elisa Abdallah
Advogada · OAB/GO 75.002
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Perguntas frequentes

Para que serve uma due diligence antes de comprar uma empresa?

Para saber o que se está comprando: contratos em vigor, passivos trabalhistas, tributários e ambientais, situação dos imóveis e das marcas, litígios em curso. O resultado orienta o preço, as garantias e as cláusulas de responsabilidade do contrato de compra e venda.

Holding familiar é indicada para qualquer patrimônio?

Não. Ela faz sentido quando há bens e negócios a organizar, sucessores a preparar e um custo de estruturação compatível com o benefício. A análise considera aspectos societários, tributários e sucessórios em conjunto, e uma estrutura mal desenhada pode criar mais problemas do que resolve.

Quando a recuperação judicial é uma alternativa?

Quando a empresa é viável, mas passa por crise de liquidez que compromete o pagamento de credores. O processo suspende execuções por um período e permite negociar um plano com os credores, sob supervisão judicial. O momento do pedido e a qualidade do plano são decisivos.

É preciso registrar a marca mesmo já usando o nome há anos?

O direito à marca, no Brasil, nasce com o registro no INPI, não com o uso. Quem usa sem registrar corre o risco de ser impedido de continuar usando se outra pessoa registrar antes, salvo situações específicas de precedência.